Minhas
senhoras e meus senhores, prezados militantes, compatriotas:
As
minhas primeiras palavras são de saudação e
para desejar-vos boas vindas a este espaço. Convido-vos, por
conseguinte, a percorrê-lo esperando que do nosso intercâmbio saiamos todos
vencedores por uma Angola melhor.
Muito
obrigado
| Membros da direcção da UNITA destacam qualidades de John Marques Kakumba |
| 15-Jul-2010 | |||||||
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Presidente da UNITA destacou na madrugada de 15 de Julho de 2010, as qualidades do ex-diplomata e deputado John Marques Kakumba, durante a cerimónia da assinatura do livro de condolências, no quartel central dos bombeiros em Luanda. Isaías Samakuva afirmou que John Marques Kakumba fez um bom combate, cumpriu um dever e fez a sua parte. “Deixo aqui a minha sincera homenagem”, escreveu o líder da UNITA. A urna contendo os restos mortais do malogrado John Marques kakumba chegou às 19H00 em Luanda, proveniente de Abidjan – Costa do Marfim, acompanhada por uma importante delegação da direcção da UNITA, dirigida pelo deputado Lukamba Paulo Gato e que esteve naquele país acolhedor a tratar do processo de transladação para a pátria-mãe. Acompanhando a urna vieram ainda a viúva e a filha do malogrado, madame Kakumba Simone e Ginga kakumba, respectivamente. A delegação da Costa do Marfim integra ainda o deputado à Assembleia Nacional daquele país africano, Diomande May, Boguifo Ignace, Affian Jean Marc, Diallo Ladji Antoine, Diallo Sidy Augustin, Diop Cheikh, Messou Guelou Mahona e Diallo Irene. O presidente da UNITA, Isaías Samakuva e demais membros do comité permanente estiveram no aeroporto a acolher a urna com os restos mortais do também membro da comissão política e destacado diplomata. Do aeroporto 4 de Fevereiro o cortejo rumou para a sede do partido ao São Paulo, para uma cerimónia de recepção e onde foi lida para a delegação vinda do exterior, familiares e militantes do partido presentes, uma mensagem do secretariado-geral da UNITA, na voz do deputado Gabriel Samy, que destacou o papel politico e diplomático relevante desempenhado por John Marques Kakumba, em prol da causa angolana. Do São Paulo o cortejo seguiu para o quartel central dos bombeiros para o velório que decorreu ao longo da noite. Lukamba Paulo Gato que chefiou a delegação da direcção da UNITA que junto das autoridades costa-marfinenses tratou do processo de transladação dos restos mortais do malogrado John Marques kakumba, descreveu os passos percorridos até o seu regresso ao país. Mencionou o empenho dos governantes daquele país africano, que acolheu, por mais de trinta anos John Marques Kakumba, para que o funeral dos seus restos mortais acontecesse na sua terra - natal, tal como era desejo expresso do malogrado. Seguiram-se mensagens de condolências, depoimentos e testemunhos em torno o percurso e contributo de John Marques Kakumba. Alcides Sakala, secretário da UNITA para as relações exteriores enalteceu as qualidades do falecido, enquanto cidadão africano, nacionalista angolano e mebro da direcção da UNITA. “Sedeado na república da Costa do Marfim o Embaixador Marques Kakumba, transformou a pátria do saudoso Presidente Félix Houphouet Boingy, na placa giratória da diplomacia da UNITA na África subsariana”, afirmou Sakala. Por seu turno, o Vice-Presidente da UNITA, Ernesto Joaquim Mulato destacou a participação de John Marques Kakumba no esforço que visava evitar a guerra civil, em 1975. Segundo afirmou, Kakumba integrou várias delegações negociais da UNITA, em busca da paz e da concórdia entre os angolanos, envolvendo os líderes africanos de então. A Marcial Dachala coube o testemunho do papel desempenhado por John Marques kakumba, desde antes da independência de Angola, em prol de várias gerações de bolseiros da UNITA em países africanos e não só. “Tonton Marques era o nosso tutor,”, recordou, sublinhando a sua dedicação na busca de soluções para os problemas que envolvesse bolseiros do partido junto de países africanos e não só. A LIMA, JURA, o grupo parlamentar da UNITA juntaram-se ao rol de mensagens de condolências lidas na cerimónia em homenagem ao Mais Velho John Marques kakumba. Martinho Kamanha, um dos sobrinhos do malogrado transmitiu à direcção do partido, aos membros e amigos o sentimento da família, agradecendo o empenho da direcção do partido, que tornou possível o funeral do seu familiar no país que ajudou a libertar e a defender. John Marques Kakumba nasceu em 1942 numa aldeia que dista a seis quilómetros da comuna de Chingongo, município de Balombo – Benguela. John Marques Kakumba deixou a aldeia quando apenas tinha 10 anos de idade em busca de novos horizontes até que se juntou aos esforços dos nacionalistas angolanos em países africanos com ajuda de marinheiros Belgas . Os restos mortais do ex-deputado descem esta manhã a sepultura, no cemitério do Alto das Cruzes depois de rezada a missa de corpo presente na igreja Sagrada Família.
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